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5 X Machado

 23.90

SINOPSE

Maior escritor brasileiro e cronista carioca do século 19, Machado de Assis foi lançado pela primeira vez com uma coletânea, de cinco de seus melhores contos adaptados para o audiovisual, em 2019 na ABL. A série aborda temas característicos do universo machadiano, como relações amorosas e de amizade, paixões, ambições pessoais, costumes populares e comportamento social que retratam a sociedade carioca do Segundo Reinado, na qual invariavelmente ressalta a presença da escravidão. Com apurada recriação de época, cinco cineastas, Jom Tob Azulay (também produtor da série), Liloye Boubli, Mario da Silva, Helena Lustosa e Otávio Bezerra dirigem respectivamente os contos Uns Braços, O Conto da Vara, Teoria do Medalhão, Entre Santos e Uma Visita de Alcibíades, conferindo a cada história olhares interpretativos originais e instigantes. Os atores, na sua maioria estreantes ou não profissionais, revelam em suas atuações uma espontaneidade por vezes surpreendente. Excepcionalmente destaca-se a atuação do veterano Tonico Pereira. Elogiada pelo saudoso Eduardo Portella, a série tem depoimento do acadêmico Geraldo Carneiro e apresentação do crítico e poeta Affonso Romano de Santana.

Machado de Assis Afrodescendente: Antologia e Crítica

 23.00

SINOPSE

Machado de Assis afrodescendente abrange poemas, contos, crônicas, crítica textual e excertos da ficção romanesca de Machado. Além de esclarecedoras notas, o livro traz um conjunto de seis ensaios críticos que compõem o segmento “A poética da dissimulação”. Machado de Assis afrodescendente confirma o renovado vigor com que, no Brasil atual, com todos os seus percalços socioculturais, a atenção de autores e leitores tem se voltado crescentemente para a presença do negro a cada dia mais pujante na literatura, nas artes, na cultura e na vida do país. Neste sentido, o presente livro contribui para uma compreensão alargada da atualidade e da pluralidade de nosso escritor oitocentista maior.” – Heloísa Toller Gomes. “A obra machadiana reconstitui criticamente a memória de seu tempo, aponta para o penoso day after e, ao lado de questões afeitas ao ser humano de todos os tempos, não deixa de expressar “de baixo para cima” a crueza de uma época e de um sistema produtivo que as elites brasileiras tanto fizeram por amenizar. E nesse corte cirúrgico, universaliza a questão sem deixar de narrá-la como de “seu tempo” e de “seu país”. – Eduardo de Assis Duarte

Machado de Assis: Contos e Crônicas

 14.90

SINOPSE

Considerado por muitos estudiosos como o maior escritor brasileiro de todos os tempos, Machado de Assis, assim como diversos intelectuais negros de sua época, teve sua imagem branqueada para atender aos ideais racistas. Este branqueamento se dava no processo de clareamento das imagens, em fotos e ilustrações e na modificação dos traços físicos das pessoas ilustres que eram representadas. Com o tempo, infelizmente, muitos desses intelectuais negros ficaram conhecidos por diversas gerações como pessoas brancas. Lançada pela Faculdade Zumbi dos Palmares e pela agência Grey, a campanha “Machado de Assis real”, pede que leitores imprimam a nova imagem do escritor e colem sobre a tradicional foto impressa em seus livros. Como engajamento na ação que visa resgatar a negritude nas representações de Machado de Assis, a editora Malê lança o livro Machado de Assis: contos e crônicas, uma coletânea com os contos mais populares e com os textos (contos e crônicas) em que o autor aborda a questão racial. O livro é uma ótima oportunidade de apresentar para as presentes e futuras gerações o Machado de Assis real.