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A bruxa não vai para a fogueira neste livro

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Aqueles que consideram “bruxa” um xingamento não poderiam estar mais enganados: bruxas são mulheres capazes de incendiar o mundo ao seu redor. Resgatando essa imagem ancestral da figura feminina naturalmente poderosa, independente e, agora, indestrutível, Amanda Lovelace aprofunda a combinação de contundência e lirismo que arrebatou leitores e marcou sua obra de estreia, A princesa salva a si mesma neste livro, cujos poemas se dedicavam principalmente a temas como relacionamentos abusivos, crescimento pessoal e autoestima. Agora, em A bruxa não vai para a fogueira neste livro, ela conclama a união das mulheres contra as mais variadas formas de violência e opressão. Ao lado de Rupi Kaur, de Outros jeitos de usar a boca e O que o sol faz com as flores, Amanda é hoje um dos grandes nomes da nova poesia que surgiu nas redes sociais e, com linguagem direta e temática contemporânea, ganhou as ruas. Seu A bruxa não vai para a fogueira neste livro é mais do que uma obra escrita por uma mulher, sobre mulheres e para mulheres: trata-se de uma mensagem de ser humano para ser humano – um tijolo na construção de um mundo mais justo e igualitário.

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A Primeira Guerra Mundial: Os 1590 dias que transformaram o mundo

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Em A Primeira Guerra Mundial, o historiador Martin Gilbert se debruça sobre o conflito que mudou o mundo, matou milhões de pessoas, destruiu quatro grandes impérios e alterou definitivamente o panorama geopolítico da Europa e do Oriente Médio. Mais do que isso, legou à humanidade novas tecnologias de morte – tanques, aviões, submarinos, metralhadoras, artilharia de campo, gás venenoso, armas químicas. Era a guerra para acabar com todas as guerras. Começou às onze e quinze da manhã, em 28 de junho de 1914, em Sarajevo, e se encerraria oficialmente quase cinco anos depois. Até hoje, no entanto, vivemos muitos dos horrores que ali nasceram: a Primeira Guerra Mundial nunca terminou. Entre 1914 e 1918, se desenrolaram duas guerras muito diferentes. Em consequência de ocupações, bombardeios, fome e doenças, mais de nove milhões de militares e cinco milhões de civis foram mortos. Porém, paralelamente ao conflito em que o sofrimento individual e a angústia atingiram uma escala gigantesca, em particular nas trincheiras da linha de frente, houve o embate de gabinetes, soberanos, propagandistas e idealistas que, repletos de ambições e ideais políticos e territoriais, determinaram o futuro e impérios, nações e povos de modo tão contundente quanto no campo de batalha. Tudo passou por uma enorme transformação: os códigos de comportamento, a literatura, as distinções de classe. Nas palavras do autor, “a guerra alterou o mapa e o destino da Europa da mesma forma que cauterizou sua pele e deixou marcas na sua alma.” Gilbert constrói uma narrativa ao mesmo tempo épica e acessível para apresentar a Primeira Guerra Mundial a partir da perspectiva humana e do cidadão comum, sem deixar de detalhar seu efeito em futuros líderes como Hitler, Churchill e De Gaulle. Repleto de mapas e fotos da época é um complemento à altura de seu monumental A Segunda Guerra Mundial. “Um dos primeiros livros que qualquer pessoa deve ler para entender a guerra e o século” – The New York Times “Magistral… Gilbert nunca se esquece de que os ‘“exércitos conflituosos’ eram compostos de milhões de indivíduos… De leitura muito fácil… A compreensão de Gilbert a respeito de seu material é invejável e o resultado é admirável. É a história dos homens comuns da Primeira Guerra Mundial.” – Sunday Times

 

Box Canção da Vida e Entregador de Sentimentos

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Box reúne duas obras inéditas de Gabriel Chalita, autor com mais de 10 milhões de livros vendidos Canção da vida é um livro sobre o bem mais precioso que todos possuímos – a vida. Aqui ela canta, múltipla e desafi¬adora, na voz de Gabriel Chalita, que, com a liberdade da prosa poética e a concisão dos aforismas, faz do ato de viver um palco por onde desfi¬lam afetos, percepções e gestos únicos. Seja na dor, na fé ou na paixão, nada do que é demasiadamente humano lhe escapa. Os muitos sentimentos e versos presentes na obra vêm da escuta generosa de muitas histórias que marcaram o autor ao longo do tempo. Seja no eu lírico atento ao que dos outros há em si mesmo, como em “Balaio” e “Em cada canto”, seja no poeta que sabe amar com intensidade, como em “Traição” e “Exílio”, ou ainda naquele que evoca, com devoção sincera, suas origens, como em “Mãe” e “Mãos de meu pai”, Chalita nos ensina que as palavras de um único homem podem encontrar maneiras pungentes de dizer a muitas pessoas o que realmente importa. Em Entregador de sentimentos, Chalita reúne dezenas de textos que rompem a fronteira entre realidade e ficção, entre relato e literatura. Prepare-se para aprender com um grande mestre nesta que é a maior das escolas: a vida. O cotidiano, naquilo que tem de corriqueiro e grandioso, é o chão em que todos pisamos, não importa o que nos aconteça. Dia após dia, sabemos de alguém que se vai, de um amor que retorna, de uma decepção que chega, de uma doença superada. Jovens ou velhos, ricos ou pobres, homens ou mulheres, somos os protagonistas das crônicas aqui reunidas. Sim, protagonistas, pois com Gabriel Chalita descobrimos, em histórias que não são as nossas, os resíduos, ou os índices, daquilo que já vivemos ou poderemos, um dia, viver.

Freud sem traumas: Para você entender, de uma vez, as teorias que desvendaram a mente humana e mudaram o mundo – e as nossas vidas

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Ato falho. Complexo de Édipo. A culpa é da minha mãe. Isso é o seu inconsciente agindo. Todos esses termos e expressões estão na boca de todos os mortais e norteiam muitas de nossas reflexões e atitudes sobre a vida.

Sigmund Freud é um dos poucos pensadores e cientistas com forte presença nas manifestações culturais, inclusive nas mais populares. Pudera: suas descobertas colocaram o ser humano diante do universo de mistérios do seu inconsciente – a parte da mente sobre a qual não temos nenhum controle, mas que determina os comportamentos, ansiedades, escolhas e os caminhos da nossa sexualidade. Mas a obra de Freud acabou sendo, também, uma das preferidas do papo amador, aquele que acaba frequentando “as mesas dos botequins”, produzindo um verdadeiro “telefone sem fio”, ao misturar, sem muito discernimento, conceitos como: “reprimidos”, “negação”, “inveja do pênis”.

Mas, a confusão acaba aqui. O jornalista Alexandre Carvalho mergulhou profundamente na obra de Sigmund Freud para descomplicar suas principais teorias, apresentando-as de forma clara.

Histórias da gente brasileira – República: memórias (1889-1950) – Vol. 3

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Mary del Priore dá continuidade à saborosa série “Histórias da Gente Brasileira”, em que, pela simplicidade da vida cotidiana, busca a resposta para como nos tornamos quem somos hoje. No terceiro volume, a historiadora aborda a primeira etapa de nossa República por meio das memórias daqueles que viveram todas as mudanças políticas, econômicas, sociais e comportamentais pelas quais o Brasil passou durante o intenso período compreendido entre os anos de 1889 e 1950. De Deodoro da Fonseca a Eurico Gaspar Dutra, passando pela Era Vargas, o país teve 16 presidentes, mas o que guia a narrativa são as vozes, carregadas dos mais diversos sotaques, de quem viveu o dia a dia das ruas e o transformou em palavra escrita. Entre eles estão memorialistas/escritores que deixaram marcas definitivas na cultura nacional, como José Lins do Rego, Zélia Gattai e Erico Verissimo, cujas descrições nos convidam a percorrer o passado e aproximam a literatura da história – e toda história que esses autores contam é também a nossa. Sobre a autora: Mary del Priore é historiadora e escritora. Ex-professora de História da USP e da PUC-Rio, tem pós-doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, e mais de 40 livros publicados. Colabora para jornais e revistas, nacionais e internacionais. Atualmente leciona na Pós-Graduação em História da Universidade Salgado de Oliveira.

Homo Integralis: Uma nova história possível para a humanidade

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A ambientalista e criadora do Menos 1 lixo, Fe Cortez, lança seu primeiro livro, com prefácio do jornalista André Trigueiro, sobre a necessidade de uma grande transformação na relação do homo sapiens com o meio ambiente. A mudança deve ir muito além dos pequenos ajustes no dia a dia. Você já parou para pensar sobre como a forma de produção, consumo e economia que adotamos tem destruído a sociedade? Ao apresentar soluções possíveis para um futuro desejado e usando exemplos reais, a ambientalista conta histórias marcantes de protagonistas que optaram pelo caminho de volta ao ventre da Mãe Terra. Os conceitos de Homo Consumptor e Homo Integralis, criados por ela, estão em um livro para todos que se preocupam com o futuro do planeta e da vida. É para todas as pessoas que estão desestimuladas e desesperançosas ou para quem quer construir algo novo e não sabe como. Homo Integralis: uma nova história possível para a humanidade deixa de lado alarmismos em torno do meio ambiente e convida a uma ação regenerativa a partir das mudanças de percepção e atitude e pela transformação da realidade e em direção a um modelo de sociedade saudável, longevo e próspero para todos os seres.

Mulheres Empilhadas

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Mulheres empilhadas é uma obra de ficção, mas todas as personagens desse livro existem de fato. As protagonistas dessa história são as mulheres. Todas elas: as já feitas e as meninas, as gordas e as magras, as negras e as pardas, as indígenas e as descendentes de imigrantes, as analfabetas e as com grau universitário. Nesse romance intenso, que se lê de um fôlego só e que acompanha a trajetória pessoal de uma advogada, Patrícia Melo fala sobre a matança sistemática de mulheres no Brasil, que atinge democraticamente todas as classes sociais. Na trama, a jovem advogada paulistana, tentando fazer as pazes com seu próprio passado, larga tudo e vai ao Acre acompanhar um mutirão de julgamentos de casos de mulheres assassinadas na maioria das vezes por homens conhecidos – pais, tios, avôs, maridos, namorados, ex-maridos. Enquanto vê passarem diante dos seus olhos os mais diversos casos de violência contra a mulher, a protagonista descobre um país onde a impunidade se impõe quase como uma lei. Intercalada à narrativa principal, precisa e realista, Patrícia constrói capítulos oníricos, inspirados na lenda das icamiabas, tribo de guerreiras amazônicas que lutam contra os homens opressores. Nesse mundo paralelo, a advogada e as icamiabas formam uma sociedade de mulheres que perseguem, julgam e matam os criminosos que escapam da justiça na vida real. Guiada por rituais ancestrais dos povos indígenas e chocada com a violência ao seu redor, a personagem mistura presente e passado, realidade e pesadelo, razão e delírio. Sua busca pessoal acaba por impulsionar outras tragédias, e novos crimes se juntam à trama. Dessa imensa pilha de cadáveres, no entanto, ela será capaz de resgatar seu próprio enigma. Com Mulheres empilhadas, seu primeiro romance de temática e protagonismo femininos em 25 anos de literatura, Patrícia Melo contraria a letra do funk que já nos embalou nas pistas de dança, e mostra, com seu humor voraz, suas frases precisas ou alucinógenas e seu estilo inconfundível, que só um tapinha… às vezes dói demais.

Princesinhas e Principezinhos do Brasil

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Que Paulo Rezzutti gosta de contar histórias do Brasil, todo mundo já sabe, mas agora ele se dirige ao público infanto-juvenil, revelando a todos nós que as Princesinhas e os Principezinhos da história brasileira foram crianças muito mais parecidas conosco do que podíamos imaginar. Quem já não se surpreendeu e se divertiu ao descobrir a foto da mãe, do pai ou dos avós quando crianças? Melhor ainda quando ouvimos as histórias das suas infâncias, tomadas de travessuras e aventuras. Não foi diferente com D. João VI, D. Leopoldina, Zumbi ou Paraguaçu. Todas as nossas princesas e príncipes, tanto aqueles de origem europeia, quanto os africanos e seus descendentes e os indígenas foram crianças, aprontaram, se divertiram, tiveram medos e têm muita história para contar. O nosso autor ainda irá nos revelar que a vida da realeza não era nada fácil para os pequenos nobres, continuando, nesse seu novo livro, o seu trabalho de recuperação e divulgação da História do Brasil. Paulo Rezzutti reúne milhares de seguidores ávidos por conhecerem o nosso passado, num exercício fundamental de compreensão do nosso presente. Não por acaso ele recebeu, em 2021, o Prêmio Descobertas do Ano Aventuras na História, na categoria Canal Favorito no Youtube. O que ele não poderia imaginar era a legião de “pequenos fãs” que começaria a assistir aos seus programas. Claro que muitos deles querem mesmo é saber da vida das princesas e dos príncipes, ícones que ainda povoam as nossas cabeças. Atendendo a pedidos e com a bela participação da ilustradora Gisele Daminelli, Paulo lança o seu primeiro livro com personagens infantis e alerta: “claro que há muito do meu texto na fala dos pequenos nobres, mas a história está lá, fruto de muita pesquisa sobre a personalidade, a rotina e a vida das nossas princesinhas e principezinhos”.