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A Expansão Portuguesa

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SINOPSE

A expansão portuguesa constituiu um fenómeno histórico de grande diversidade e de muito maior heterogeneidade do que a espanhola. Teve lugar à escala de três oceanos e três continentes, onde as condições geográficas, sociais, económicas e políticas eram muito mais variadas, conferindo-­lhe desde o início uma imensa complexidade.

As crónicas da época, no entanto, não permitem divisar isso de modo claro por diversas razões. Primeiro, os cronistas limitam-­se, frequentemente, a consignar a expansão oficial (a sua vertente imperial) e, nesse contexto, sobretudo os feitos de guerra, negligenciando outras modalidades de expansão. Em segundo lugar, os cronistas evitam, em regra, mencionar as lutas na corte de diferentes partidos e as políticas muitas vezes contraditórias que preconizavam.

Além disso, coíbem­-se de mencionar a sua frequente oposi­ção à política adoptada pelo Rei, criando com tais omissões uma imagem de unidade de objectivos na realidade enganadora. Por fim, de um modo geral, as crónicas dão escassa atenção a projectos abortados.

Os projectos fracassados e os êxitos fortuitos repõem a dimensão humana dos ideólogos e dirigentes de antanho; se os ignorarmos, os seus artesãos parecem transcender a natureza humana e transformam-­se em super­-homens dotados de uma visão profética e praticamente infalível do futuro o que, na realidade, só raras vezes ocorreu.

Este livro é uma tentativa de os reduzir às suas reais dimensões e de escrever a história das massas e não apenas a das suas figuras de proa; e, ao mesmo tempo, de situar o fenómeno expansionista português, em cada uma das suas múltiplas vertentes, no seu contexto geográfico, político e cultural.

Fruto de uma conferência proferida na Universidad de los Andes, este livro foi originalmente redigido em castelhano, tendo sido depois publicado em francês.

Veja AQUI o Booktrailer

 

 

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Destinados à Guerra

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SINOPSE

A CHINA E OS ESTADOS UNIDOS RUMAM PARA UM NOVO CONFLITO…

A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: “Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável”. Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso.

A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável.

No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável,  Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado – e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.

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Dez Lições para Um Mundo Pós-Pandemia

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SINOPSE

A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pande­mia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN:  «Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabe­ça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. […] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais po­dem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas […]. A biossegurança e as pandemias glo­bais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassi­nos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde.»